quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Culpem os poetas!
Diante de minha indignação a respeito da má alfabetização e baixa qualidade, não do ensino, mas do aprendizado da língua portuguesa no nosso país, acabei por concluir que a culpa de tanta besteira escrita e falada e tantos erros de concordância, grafia e emprego de palavras, são pura e simplesmente cópias do que ficou considerado como "a forma adequada de expressão".
Na busca pela diferenciação, por alternativas para escrever, muitas vezes caímos em vícios que não passam a mensagem, mas deixam-na mais bonita de se ler.
É impressionante - e desanimador - como vejo em membros do legislativo de algumas cidades pequenas o quanto isso é verdade.
Esses, principalmente por sua função de parlamentar (que é aquele que fala), procuram expressar-se de uma forma rebuscada, complicando o que seria simples.
Na poesia, sempre encontramos formas bonitas de se dizer alguma coisa, porque é essa a função do poeta!
Diversas figuras de linguagem nos mostram como podemos "ver", "ouvir", "sentir" e imaginar pela leitura.
"Muitos passarão, eu passarinho", do mestre Mário Quintana, é um exemplo de deturpação da língua.
Entretanto, eu na posição de crítico, acabo cometendo alguns dos pecados que insulto, como o de divagar sem chegar a lugar algum.
É que estou diante de um texto, que me fez sentir vontade de expressar esse sentimento de revolta.
Não é culpa de quem o escreveu, porque talvez ele não tenha tido chance de ler tantos livros quanto deveria, de ter entendido que a língua portuguesa é a mistura de tantas línguas e culturas que ele tem a chance de escrever um longo texto sem repetir uma única palavra.
Só estou com um pouco de medo de esquecer o que demorei tanto para aprender, porque a internet e a linguagem popular estão cada dia mais presentes no dia-a-dia do que um dia chamaram de Português...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Renato Teixeira nos 20 anos do PCJ
Renato Teixeira se apresentou no Theatro de Paulínia, acompanhado dos filhos que formaram uma banda um tanto interessante. A experiência de Renato se junta ao talento e carisma que possui e faz o público presenciar momentos únicos, como se estivesse em uma situação informal com o mestre de composições como "Romaria" e "Tocando em Frente". Além da obra, Renato Teixeira ainda homenageou os presentes que ali estavam em razão dos 20 anos do Consórcio PCJ (de preservação dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), com a música "O Rio de Piracicaba" e alguns "causos" sobre o interior. Uma experiência única!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
WorkShop - Renato Miranda

No final de semana do dia 20 de setembro estive no Rio de Janeiro para um WorkShop com o fotógrafo da Globo, Renato Rocha Miranda. Fiz essa foto, dentre inúmeras outras, com técnicas de iluminação em que pudemos fotografar até mesmo após o por-do-Sol, na praia Vermelha - Rio.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Zubin Mehta
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Ciclismo
Ciclismo: Problema ou Solução?
Artur Nogueira é uma cidade pequena, com aproximadamente 44 mil habitantes, que tem uma larga área plana – o que seria ideal para o ciclismo -, que vai desde as entradas para quem chega de Cosmópolis ou Limeira, passando pelo centro antigo, até as saídas para Holambra ou Mogi-Mirim. A proximidade e o nivelamento são perfeitos para o uso de bicicleta no dia-a-dia nogueirense.
Em países como a Holanda, na Europa, por exemplo, o uso desse meio de transporte é preferencial, quando se trata de pequenas distâncias, pois as ruas são estreitas, o que dificulta a passagem de automóveis. Outro argumento a favor é a qualidade de vida, pois além de ser saudável, andar de bicicleta não causa nenhum dano ao meio ambiente.
É sabido que o trânsito de carros se tornou um problema para a vida urbana, basta tomar como exemplo, cidades como São Paulo ou Londres, esta última que conta, inclusive, com um pedágio para desafogar o tráfego na parte central da cidade. Engarrafamentos, poluição e outros problemas como acidentes seriam argumentos suficientes para deixar o carro em casa e sair pedalando pelas ruas.
Acontece que o ciclista também tem seus contratempos. Não existem ciclovias suficientes, além de estarem muitas vezes ocupadas por veículos, nem lugares para se estacionar com segurança, regras e, certas vezes, tampouco respeito e isso acarreta em um outro entrave, que é a falta de disposição e necessidade de conforto que a sociedade cada vez mais se vê apegada.
Os motoristas também têm o seu lado, pois mesmo quando estão seguindo as leis, se deparam com bicicletas atrapalhando o trânsito trazendo risco de acidentes, disputando espaço em ruas apertadas, andando na contramão, surgindo de todos os lados e muitas vezes estacionadas junto à sarjeta, o que impossibilita o carro de parar e poder abrir a porta para um passageiro descer.
É por isso que o ciclismo pode ser enxergado como um problema, tanto quanto uma solução. Talvez seja necessário pegar a bicicleta e dar uma volta por aí para refletir e, quem sabe, encontrar uma saída.
Matéria publicada no Jornal Mais (edição 71) em 06.06.2009, por Guilherme Coelho.
Matéria Comercial
Traia Pesca: a opção perfeita para o Dia dos Pais
Além de tudo sobre pesca, a empresa oferece equipamentos para camping e presentes.
Tanto varas, molinetes, carretilhas, caixa plano, quanto ração, iscas naturais e artificiais, ou seja, tudo o que for necessário para a pescaria, a Traia Pesca disponibiliza para o praticante desse esporte, ou mesmo para aqueles que são amadores e que podem aprender muito com as dicas dos carismáticos vendedores da loja.
Uma boa recomendação é aproveitar o dia dos pais (amanhã) e a lua cheia dessa semana, que é lua perfeita para a pesca, para passar na Traia Pesca e garantir esses momentos de descontração que virão com a pescaria em família.
A Traia Pesca oferece enorme diversidade de marcas, porém, com a qualidade ideal nos produtos de pesca como, por exemplo, sendo representante da fabricante de varas e molinetes Millenium.
Na área do camping, pode-se encontrar na Traia Pesca colchões infláveis, barracas, lanternas, bolsas térmicas e caixas de isopor, coletes salva-vidas, entre outros artigos necessários para o acampamento, como facas e mochilas, por exemplo. As marcas Náutica, Coleman, Capri e Guepardo são as mais tradicionais nesse ramo e são encontradas com facilidade na Traia Pesca, com diversas opções e modelos.
O horário de atendimento da Traia Pesca é das 7h às 19h, de segunda à sábado e das 7h às 12h, de domingos e feriados. O telefone para contato é 3827-3435 e o endereço é Avenida XV de Novembro, 530 – Centro – Artur Nogueira. A empresa possui endereço eletrônico através do site www.traiapesca.com.br e e-mail contato@traiapesca.com.br.
Matéria publicada no Jornal Mais (edição 80) em 08.08.2009.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Festival de Cinema de Paulínia
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Acordo Ortográfico
Será que ideia deve ter acento ou não? A ideia da palavra ideia é diferente do que se pensa por aí. As palavras, depois de certo tempo expressam sentido e apenas sentido. Se você ler voo, ou ‘vôo’, qual a diferença? No entanto, quando se imagina um voo através da palavra voo, cria-se uma confusão mental, como se escrevesse assim, ‘açim’. Então a mente demora certo tempo para se adaptar, pois agora ela vai ter de se acostumar a relacionar o antigo pára-quedas, como quem está caindo com o novo paraquedas.
Pára!
Para escrever ‘para’ têm que se ter muita cautela. Pois pode significar uma coisa para um e outra para outro e daqui a pouco estaremos confundindo para quem é essa mensagem que foi enviada ao Pará. Na tentativa de facilitar, estamos cada vez mais enrolando a língua. Enquanto uns leem melhor na antiga escrita e ouros leem melhor com a nova, já eu, tenho dificuldade em escrever por causa do corretor do Word, que fica trocando as palavras certas pelas erradas. Ou seriam as palavras erradas pelas certas? Em vez de você ficar aí sentindo enjoo com essa conversa toda, por que não chama uns amigos e juntos releem a gramática para chegar a um consenso? Será que tudo isso foi pra nos ajudar, ou será que foi para nos confundir? Mas talvez uma nova geração já nasça lendo e escrevendo em um português mais correto e simplista. Ao final, será que teremos um acordo ou não?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Peça de 3 leituras possíveis.
"Para o Dia das Mães..."
Saudade da velha casa
Que me cheira cada vez mais nova
A família que ainda tenho
Os vícios que abdiquei
Não sei se sou desprivilegiado
Ou um anjo abençoado
Mandai-me força minha mãe
Para suportar a tua ausência
E relembrar em devaneios
As vozes de sua paciência
E a liberdade a que me referi
A vida que sonhei, eu sei
Nem tudo é sombra fresca
Quanto a infância que vivi junto de ti.
Drago, William – 05/2004.
"Consciência"
Todo mundo trai
É impossível amar para sempre
Todo mundo mente
É impossível confiar sempre
Todo mundo envelhece
É impossível viver para sempre
Todo mundo chora
É impossível sorrir sempre
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Nem todo mundo ama
Nem todos confiam em alguém
Poucos sabem viver,
Apenas existem
Mas toda gente que sente
Há de sorrir um dia.
William Drago, 14/05/2004.
"Arte é Sentir"
Passava todo dia pela praça
E nem me distraía com a graça
Dos artistas de rua
competindo com a lua
Pra ver quem dava mais luz
E então naquele dia
desatento eu parecia
que acabei caindo
numa dança de cantar
Os artistas de rua
não vão mais pra casa
A alegria é trabalho
e é na praça que eles vão trabalhar.
Os artistas de rua
Que dedicam toda vida
Já não sabem qual a sua
melhor interpretação
E antes de chegar em casa
Percebi que de nada vivo
Se não sirvo de alegria para alguém
Quando sentei na grande mesa
A familia e a certeza
Que tranquilo eu estava em cuidar
do que era meu...
Em vez de ir pra cama
despi-me do pijama
e fui pra rua relaxar
Sentado num banco ou no chão
vendo as pessoas que passam
E a luz que ilumina o coração
Verdade os que dizem
que pensam e que acham
Que a noite acabou em violão
William Drago
"A Dor Despercebida"
"A Dor Despercebida"
Por que meus planos nunca dão certo?
Por quê é que minha vida é tão injusta?
Viver de apelos, viver de angústia.
Viver no escuro, mesmo em céu aberto.
Não tenho chance pra estar apaixonado,
Não tenho provas pra saber se você gosta.
Mas imagino você sempre ao meu lado
Imagino nossa vida mais composta.
De propostas já não me valho mais,
Nem juras pra dizer o quanto eu quero
Eu fujo e tento não correr atrás
E com isso quase entro em desespero.
Sufoco de ciúmes e quase morro
Invejo o que é mais belo do que eu,
Você me aparece e parece o meu socorro
E recupera meu amor que é todo seu.
Eu canso de viver isso escondido
Não existe amor proibido
Quero meu mundo decidido
Eu com você, você comigo.
William Drago.



















