Saudade da velha casa
Que me cheira cada vez mais nova
A família que ainda tenho
Os vícios que abdiquei
Não sei se sou desprivilegiado
Ou um anjo abençoado
Mandai-me força minha mãe
Para suportar a tua ausência
E relembrar em devaneios
As vozes de sua paciência
E a liberdade a que me referi
A vida que sonhei, eu sei
Nem tudo é sombra fresca
Quanto a infância que vivi junto de ti.
Drago, William – 05/2004.
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