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Um abraço,
Gui Coelho.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Portfolio
Veja algumas de minhas fotos em: http://www.flickr.com/photos/williamdrago/
Outros artigos e notícias em: http://amercuriocomunicacao.wordpress.com/
Outros artigos e notícias em: http://amercuriocomunicacao.wordpress.com/
Categoria:
Fotografia,
Jornalismo,
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quase um mês na Australia. Dawn Princess
Esse cruzeiro tem sido difícil.
Apesar de eu já estar me acostumando com o trabalho e me programando melhor,
todos os portos até agora foram com tenders. Isso significa que o navio não para no cais, mas ancora a alguns quilometros no meio do mar.
Cada tender (que também é um barco salva-vidas) leva em torno de 100 pessoas e ao menos meia hora pra fazer uma viagem de ida, o que faz o processo de desembarque muito lento e chato.
Além do mais, na hora de voltar, a maioria decide voltar junto, nos últimos horários, o que geralmente gera um atraso.
Só nesse cruzeiro foram 5 dias assim.
Meu celular está com um chip da Vodafone da Australia, e pode receber ligações ou mensagem de texto.
O curioso é que comprei um cartão pré-pago e acidentalmente utilizei a internet para baixar e-mails.
Talvez tenha vindo com alguns megabytes de brinde, por que agora não dá pra usar mais... hehe
Estou trabalhando bastante. Umas 9 ou 10 horas por dia.
Esses dias, quando voltava de um tender já meio atrasado, tive q passar pela segurança do navio e pela maquina de raios-x. Coloquei minha mochila com
meu computador primeiro e depois minha camera, pois estava voltando de um tour.
Tudo beleza, nada apitou, dae resolvi colocar minha camera na mochila e deixa aberta, já que estava a poucos metros da minha cabine. A desgraça foi que na hora que fui colocar a
mochila nas costas e camera (pesando mais ou menos 3 quilos com a lente) caiu no chão de uma altura aproximada de 1,5m e fazendo um barulhão. A lente, era uma 17-55mm 2.8, que custa cerca de 1,400.00 dolares. O corpo, Nikon D300s, que vale 1,600.00 dolares.
Peguei rapidamente do chão e olhei em tudo pra ver se tinha quebrado.
A surpresa? A camera estava intacta e somente o parassol rachou, que é a parte de plástico que fica na frente da lente e custa 30 dolares.
Descobri depois que a sapata do flash (que é feita de ferro) também amassou devido ao impacto e por isso tive muito trabalho pra conseguir abrir espaço pro flash entrar de novo.
Mas fiquei muito chateado com isso e contei para o meu manager, que disse que o importante é a camera estar funcionando.
Já tinha lido antes alguns relatos da resistencia das cameras Nikon. Mas isso foi para mim, além de surpreendente, um motivo de satisfação por ser um fiel usuário da marca.
Sempre tive o maior cuidado com os equipamentos, o que me rendeu a nota máxima nesse quesito no último contrato. E pouco antes dessa tragédia, tinha ficado um tempão limpando a lente e a camera.
Tirei algumas fotos boas e estou pensando em colocar no flickr e facebook, assim que tiver uma internet razoavelmente rápida.
Sobre a Australia o que posso falar é que é um lugar maravilhoso.
Pra começar, sempre pensamos que os países da Europa são melhores que o Brasil por que não têm tanta desigualdade.
Mas se vocês conhecerem os países que eu conheci como alguns lugares no Caribe e nas Ilhas Fiji, vão entender que a colonização que ajuda a enriquecer países como a Inglaterra ou
a França, faz os lugares mais bonitos do planeta terem uma cara horrível pela pobreza e desigualdade absurda em que ainda vivem.
Para vocês terem uma ideia, em uma das cidades de Fiji, conversei com um residente local e ele me disse que nas praias turísticas os negros não podem frequentar. Incrível, em um lugar com a maioria sendo negra.
Fora que a pobreza faz a malandragem aparecer, quando taxistas cobram absurdos pra te levar em um lugar que você poderia ir andando.
Se bem que ouvi uma menina da Ucrania dizer que foi pra Fortaleza uma vez e aconteceu isso com ela.
Ela ficou com uma má imagem do nosso país e é isso que acontece quando se tem muita gente que depende do turismo pra sobreviver.
Então chego na Australia e vejo um país que era um lugar para onde se mandavam presos ingleses se tornar um país limpo, rico e preservado.
Eles tem uma política muito rigorosa sobre a entrada de alimentos e frutas ou sementes no país. Tudo isso para proteger a flora e a fauna local que são únicas.
O clima é parecido com o Brasil. Tem muito sol e muito verde. Eles também plantam cana-de-açúcar aqui!
Fiz um tour na cidade de Arlie Beach, em que fomos para o Rio Persephone para ver crocodilos.
Vimos os crocodilos e uma porção de pássaros exóticos em seu habitat natural, o que é uma coisa boa de saber que ainda existe por aí.
O guia era um expert em selva e nos mostrou uma cobra que não é perigosa. Tirei uma foto, mas a velhinha que ia tirar uma de mim lá não sabia apertar o botão da camera.
Tirei fotos legais também de um sapinho minúsculo que fica nas árvores e o mais legal foi ver um monte de wallabis, que são parecidos com cangurus mas menores, soltos e olhando pra gente de longe.
Meu amigo viu tudo isso em um zoológico depois e tirou fotos melhores que as minhas, mas aposto que o meu foi mais interessante.
Ainda tivemos churrasco, seguido de chá e bolo que foram feitos em uma fogueira. (não tem energia lá e nem esgoto!)
A parte ruim foi o gosto das coisas e o número de mosquitos que apareciam de diferente tamanhos para incomodar. Haja repelente!
Também não consegui entender muita coisa que o guia falava... Só lembro dele falando que o crocks aguentam até seis horas embaixo d'água.
E também de uma folha de uma árvore que absorve oxigenio e é boa pra pescar, descoberta pelos aborigenes.
Estou gostando muito da Australia, mesmo sabendo que o Brasil tem muita coisa parecida e rica também.
Ainda faremos um cruzeiro que dá a volta na Australia e que dura trinta dias. Aí vou ter bastante coisa pra fotografar e contar.
Até mais!
Quando der...
Apesar de eu já estar me acostumando com o trabalho e me programando melhor,
todos os portos até agora foram com tenders. Isso significa que o navio não para no cais, mas ancora a alguns quilometros no meio do mar.
Cada tender (que também é um barco salva-vidas) leva em torno de 100 pessoas e ao menos meia hora pra fazer uma viagem de ida, o que faz o processo de desembarque muito lento e chato.
Além do mais, na hora de voltar, a maioria decide voltar junto, nos últimos horários, o que geralmente gera um atraso.
Só nesse cruzeiro foram 5 dias assim.
Meu celular está com um chip da Vodafone da Australia, e pode receber ligações ou mensagem de texto.
O curioso é que comprei um cartão pré-pago e acidentalmente utilizei a internet para baixar e-mails.
Talvez tenha vindo com alguns megabytes de brinde, por que agora não dá pra usar mais... hehe
Estou trabalhando bastante. Umas 9 ou 10 horas por dia.
Esses dias, quando voltava de um tender já meio atrasado, tive q passar pela segurança do navio e pela maquina de raios-x. Coloquei minha mochila com
meu computador primeiro e depois minha camera, pois estava voltando de um tour.
Tudo beleza, nada apitou, dae resolvi colocar minha camera na mochila e deixa aberta, já que estava a poucos metros da minha cabine. A desgraça foi que na hora que fui colocar a
mochila nas costas e camera (pesando mais ou menos 3 quilos com a lente) caiu no chão de uma altura aproximada de 1,5m e fazendo um barulhão. A lente, era uma 17-55mm 2.8, que custa cerca de 1,400.00 dolares. O corpo, Nikon D300s, que vale 1,600.00 dolares.
Peguei rapidamente do chão e olhei em tudo pra ver se tinha quebrado.
A surpresa? A camera estava intacta e somente o parassol rachou, que é a parte de plástico que fica na frente da lente e custa 30 dolares.
Descobri depois que a sapata do flash (que é feita de ferro) também amassou devido ao impacto e por isso tive muito trabalho pra conseguir abrir espaço pro flash entrar de novo.
Mas fiquei muito chateado com isso e contei para o meu manager, que disse que o importante é a camera estar funcionando.
Já tinha lido antes alguns relatos da resistencia das cameras Nikon. Mas isso foi para mim, além de surpreendente, um motivo de satisfação por ser um fiel usuário da marca.
Sempre tive o maior cuidado com os equipamentos, o que me rendeu a nota máxima nesse quesito no último contrato. E pouco antes dessa tragédia, tinha ficado um tempão limpando a lente e a camera.
Tirei algumas fotos boas e estou pensando em colocar no flickr e facebook, assim que tiver uma internet razoavelmente rápida.
Sobre a Australia o que posso falar é que é um lugar maravilhoso.
Pra começar, sempre pensamos que os países da Europa são melhores que o Brasil por que não têm tanta desigualdade.
Mas se vocês conhecerem os países que eu conheci como alguns lugares no Caribe e nas Ilhas Fiji, vão entender que a colonização que ajuda a enriquecer países como a Inglaterra ou
a França, faz os lugares mais bonitos do planeta terem uma cara horrível pela pobreza e desigualdade absurda em que ainda vivem.
Para vocês terem uma ideia, em uma das cidades de Fiji, conversei com um residente local e ele me disse que nas praias turísticas os negros não podem frequentar. Incrível, em um lugar com a maioria sendo negra.
Fora que a pobreza faz a malandragem aparecer, quando taxistas cobram absurdos pra te levar em um lugar que você poderia ir andando.
Se bem que ouvi uma menina da Ucrania dizer que foi pra Fortaleza uma vez e aconteceu isso com ela.
Ela ficou com uma má imagem do nosso país e é isso que acontece quando se tem muita gente que depende do turismo pra sobreviver.
Então chego na Australia e vejo um país que era um lugar para onde se mandavam presos ingleses se tornar um país limpo, rico e preservado.
Eles tem uma política muito rigorosa sobre a entrada de alimentos e frutas ou sementes no país. Tudo isso para proteger a flora e a fauna local que são únicas.
O clima é parecido com o Brasil. Tem muito sol e muito verde. Eles também plantam cana-de-açúcar aqui!
Fiz um tour na cidade de Arlie Beach, em que fomos para o Rio Persephone para ver crocodilos.
Vimos os crocodilos e uma porção de pássaros exóticos em seu habitat natural, o que é uma coisa boa de saber que ainda existe por aí.
O guia era um expert em selva e nos mostrou uma cobra que não é perigosa. Tirei uma foto, mas a velhinha que ia tirar uma de mim lá não sabia apertar o botão da camera.
Tirei fotos legais também de um sapinho minúsculo que fica nas árvores e o mais legal foi ver um monte de wallabis, que são parecidos com cangurus mas menores, soltos e olhando pra gente de longe.
Meu amigo viu tudo isso em um zoológico depois e tirou fotos melhores que as minhas, mas aposto que o meu foi mais interessante.
Ainda tivemos churrasco, seguido de chá e bolo que foram feitos em uma fogueira. (não tem energia lá e nem esgoto!)
A parte ruim foi o gosto das coisas e o número de mosquitos que apareciam de diferente tamanhos para incomodar. Haja repelente!
Também não consegui entender muita coisa que o guia falava... Só lembro dele falando que o crocks aguentam até seis horas embaixo d'água.
E também de uma folha de uma árvore que absorve oxigenio e é boa pra pescar, descoberta pelos aborigenes.
Estou gostando muito da Australia, mesmo sabendo que o Brasil tem muita coisa parecida e rica também.
Ainda faremos um cruzeiro que dá a volta na Australia e que dura trinta dias. Aí vou ter bastante coisa pra fotografar e contar.
Até mais!
Quando der...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Daily Report
um peido jamais poderia ser bandido
quando não faz barulho, sempre deixa um rastro...
É com essa frase que eu começo o programa de hoje.
hauhauah
Essa frase eu tinha escrito em 2008 e acidentalmente abri agora.
Acabei de assistir ao filme Dr. Morte (You don't know Jack) e achei muito bom! (Valeu Dola)
Assistam ae pra gente discutir sobre o assunto. Eu acho que concordo com o cara...
Faz sete dias que estou aqui e já parece um mês. Me sinto em casa e bem.
Só sinto falta da familia, de ver os rostos de cada um todo dia e saber se estão bem também.
Deve ser por isso que continuo sonhando que estou em uma guerra e alguém está tentando machucar vcs e que é minha missão protegê-los.
Às vezes me sinto culpado por estar aqui. Queria estar em casa ajudando também.
Aqui minha única preocupação é comigo mesmo, por isso, me sinto egoísta às vezes.
Hoje o navio não parou pois o tempo estava feio. Fomos obrigados a cancelar o dia de praia com o time todo e já tinhamos comprado cerveja.
A Joanne, que é uma das minhas melhores amigas fica dizendo que amanhã será o melhor dia das nossas vidas e que vamos fazer alguma coisa muito legal, mas hoje foi a prova que algo não deixa isso acontecer.
Hoje fui escalado para tirar foto as sete da manhã de uma inauguração do pier, ficaria como segundo fotógrafo com a lente tele pra pegar detalhes. Estava muito empolgado pra usar essa lente pesadona que eles tem aqui,
mas depois de tomar café da manhã, quase sete, recebemos a notícia que o navio não pararia.
Então voltei pra cabine e assisti filme.
Ontem não fizemos nada a noite porque na noite anterior tivemos uma Disco e estava lotada.
Tomei umas caipirinhas com o Jorge que a gente tinha que ir buscar lá no Deck 12 e trazer pra balada que era na outra ponta do navio e no Deck 5.
Ê saudade do Brasil!
Hoje, para completar, teriamos uma festa no Deck 14, ao ar livre, mas pelo jeito será cancelada, devido a chuva.
Estamos programando de montar uma banda. Já temos um baixista, dois vocalistas e eu, que serei o guitarrista e posso fazer uns improvisos na gaita. Acho que serão bons momentos...
Hoje também é o dia para que quiser aplicar para ser presidente ou vice do Crew Club. Vou tentar para vice, de novo. Era bom. Tomara que dê certo!
Sinto saudade do meu iPhone, especialmente pq não trouxe nenhum alarme e preciso ficar usando o do telefone.
Sinto falta de internet rápida.
Sinto falta do abraço do meu pai, de cantar com a minha mãe.
Sinto que quero ficar mais tempo aqui.
Ainda não achei o motto da minha vida. Mas acho que tem algo a ver com fotografia e música.
Ainda não mostrei o relatório do ex-gerente para o novo, pq não queria ser julgado por um pedaço de papel.
Acho que chegou a hora de mostrar o que já fiz.
Não sei mais sobre o que escrever. E estou com sono.
Beijos!
Entrem no site do Maurício Baia e ouçam as músicas. Escuto todo dia. Esse cara ainda vai ser muito famoso no Brasil. Por enquanto é só no Rio. (Valeu Fernando que me mostrou pela primeira vez:)
quando não faz barulho, sempre deixa um rastro...
É com essa frase que eu começo o programa de hoje.
hauhauah
Essa frase eu tinha escrito em 2008 e acidentalmente abri agora.
Acabei de assistir ao filme Dr. Morte (You don't know Jack) e achei muito bom! (Valeu Dola)
Assistam ae pra gente discutir sobre o assunto. Eu acho que concordo com o cara...
Faz sete dias que estou aqui e já parece um mês. Me sinto em casa e bem.
Só sinto falta da familia, de ver os rostos de cada um todo dia e saber se estão bem também.
Deve ser por isso que continuo sonhando que estou em uma guerra e alguém está tentando machucar vcs e que é minha missão protegê-los.
Às vezes me sinto culpado por estar aqui. Queria estar em casa ajudando também.
Aqui minha única preocupação é comigo mesmo, por isso, me sinto egoísta às vezes.
Hoje o navio não parou pois o tempo estava feio. Fomos obrigados a cancelar o dia de praia com o time todo e já tinhamos comprado cerveja.
A Joanne, que é uma das minhas melhores amigas fica dizendo que amanhã será o melhor dia das nossas vidas e que vamos fazer alguma coisa muito legal, mas hoje foi a prova que algo não deixa isso acontecer.
Hoje fui escalado para tirar foto as sete da manhã de uma inauguração do pier, ficaria como segundo fotógrafo com a lente tele pra pegar detalhes. Estava muito empolgado pra usar essa lente pesadona que eles tem aqui,
mas depois de tomar café da manhã, quase sete, recebemos a notícia que o navio não pararia.
Então voltei pra cabine e assisti filme.
Ontem não fizemos nada a noite porque na noite anterior tivemos uma Disco e estava lotada.
Tomei umas caipirinhas com o Jorge que a gente tinha que ir buscar lá no Deck 12 e trazer pra balada que era na outra ponta do navio e no Deck 5.
Ê saudade do Brasil!
Hoje, para completar, teriamos uma festa no Deck 14, ao ar livre, mas pelo jeito será cancelada, devido a chuva.
Estamos programando de montar uma banda. Já temos um baixista, dois vocalistas e eu, que serei o guitarrista e posso fazer uns improvisos na gaita. Acho que serão bons momentos...
Hoje também é o dia para que quiser aplicar para ser presidente ou vice do Crew Club. Vou tentar para vice, de novo. Era bom. Tomara que dê certo!
Sinto saudade do meu iPhone, especialmente pq não trouxe nenhum alarme e preciso ficar usando o do telefone.
Sinto falta de internet rápida.
Sinto falta do abraço do meu pai, de cantar com a minha mãe.
Sinto que quero ficar mais tempo aqui.
Ainda não achei o motto da minha vida. Mas acho que tem algo a ver com fotografia e música.
Ainda não mostrei o relatório do ex-gerente para o novo, pq não queria ser julgado por um pedaço de papel.
Acho que chegou a hora de mostrar o que já fiz.
Não sei mais sobre o que escrever. E estou com sono.
Beijos!
Entrem no site do Maurício Baia e ouçam as músicas. Escuto todo dia. Esse cara ainda vai ser muito famoso no Brasil. Por enquanto é só no Rio. (Valeu Fernando que me mostrou pela primeira vez:)
domingo, 3 de outubro de 2010
Minha primeira semana abordo! Dawn Princess
Meu primeiro dia foi agitado.
Acordamos as 6 da manha para o cafe da manha no hotel e as 7h ja estamos saindo para o navio.
Me deu uma vontade de parar na imensa loja de 3 andares da Apple, so pra ver e usar a net...Essa loja fica perto do cais principal, de onde se ve
o Opera House e a maravilhosa ponte (dois simbolos de Sydney).
Ao entrar no navio, passamos pela seguranca e em seguida pela galeria de foto, onde encontrei meus futuros colegas de trabalho, que estavam fazendo
a ultima venda do cruzeiro passado.
Ficamos conversando e acabei me perdendo do resto dos novatos que foram para o Crew Bar, onde recebemos documentos e tudo o que precisamos para
comecar a vida a bordo.
A chave da cabine dessa vez e um cartao magnetico.
Tudo parece bem menor que o navio passado, mas parece ao mesmo tempo mais organizado, aconchegante e familiar.
Meu parceiro de cabine e um filipino, gente boa e que me lembra muito o Nigel do outro navio.
A galera parece bacana e o gerente tambem me pareceu muito amigavel. Eles estao fazendo um bom trabalho e alcancando as metas, o que e um bom sinal.
O trabalho aqui e mais facil (ate agora) que o navio anterior. Talvez por ser menor, tudo e mais facil, mesmo tendo menos integrantes na equipe.
Espero que continue assim, pois no primeiro dia senti uma nostalgia tremenda que nao me lembro de ter sentido no primeiro navio.
Senti falta dos meus pais, da familia, da minha casa e dos animais que fazem parte do que chamamos de lar.
Imaginei ficar aqui mais 6 meses e todo o trabalho pesado e as coisas chatas que tem por aqui (imaginei tudo isso de uma vez).
Mas no fundo tudo tem sua parte boa e ruim. Nada e perfeito quando se diz respeito a felicidade.
A falta de comunicacao e liberdade e algo que nao faz parte do meu ideal de vida.
Mas aos poucos vamos aceitando o que temos pela frente e as coisas parecem se acomodar. No meu caso, vivo um dia apos o outro, penso no ontem,
no hoje e no depois de amanha, mas nunca no amanha.
Depois de conhecer algumas pessoas, fui ficando mais a vontade, de perceber que estamos todos no mesmo barco, ou seja, na mesma situacao.
Todos estao longe de suas familias, mas todos optam por essa vida. Todos sabem lidar com estranhos e realmente se interessam pelo mundo que cada um
pertence.
A parte boa tambem esta no itinerario nos cruzeiros que faremos.
Agora, apos sairmos de Sydney, estamos em uma jornada de dois dias em alto-mar para chegar nas Ilhas Fiji, a lugares que nao vejo a hora de conhecer.
Com o verao chegando, teremos muitas oportunidades de relaxar na praia e ja estamos agendando um dia com o time todo junto ao sol.
Outra coisa boa foi a camera que me deram, que e a melhor do arsenal e e a mesma que eu sempre usei, a Nikon D300s.
Alem do mais, me disseram que podemos utilizar as lentes boas a qualquer momento e ja estou me programando para uma saida porque existe um concurso
entre os fotografos para fotos do navio, que a empresa utilizara para vender aos passageiros ou inserir nos templates.
Desejem me luz, literalmente!
Acordamos as 6 da manha para o cafe da manha no hotel e as 7h ja estamos saindo para o navio.
Me deu uma vontade de parar na imensa loja de 3 andares da Apple, so pra ver e usar a net...Essa loja fica perto do cais principal, de onde se ve
o Opera House e a maravilhosa ponte (dois simbolos de Sydney).
Ao entrar no navio, passamos pela seguranca e em seguida pela galeria de foto, onde encontrei meus futuros colegas de trabalho, que estavam fazendo
a ultima venda do cruzeiro passado.
Ficamos conversando e acabei me perdendo do resto dos novatos que foram para o Crew Bar, onde recebemos documentos e tudo o que precisamos para
comecar a vida a bordo.
A chave da cabine dessa vez e um cartao magnetico.
Tudo parece bem menor que o navio passado, mas parece ao mesmo tempo mais organizado, aconchegante e familiar.
Meu parceiro de cabine e um filipino, gente boa e que me lembra muito o Nigel do outro navio.
A galera parece bacana e o gerente tambem me pareceu muito amigavel. Eles estao fazendo um bom trabalho e alcancando as metas, o que e um bom sinal.
O trabalho aqui e mais facil (ate agora) que o navio anterior. Talvez por ser menor, tudo e mais facil, mesmo tendo menos integrantes na equipe.
Espero que continue assim, pois no primeiro dia senti uma nostalgia tremenda que nao me lembro de ter sentido no primeiro navio.
Senti falta dos meus pais, da familia, da minha casa e dos animais que fazem parte do que chamamos de lar.
Imaginei ficar aqui mais 6 meses e todo o trabalho pesado e as coisas chatas que tem por aqui (imaginei tudo isso de uma vez).
Mas no fundo tudo tem sua parte boa e ruim. Nada e perfeito quando se diz respeito a felicidade.
A falta de comunicacao e liberdade e algo que nao faz parte do meu ideal de vida.
Mas aos poucos vamos aceitando o que temos pela frente e as coisas parecem se acomodar. No meu caso, vivo um dia apos o outro, penso no ontem,
no hoje e no depois de amanha, mas nunca no amanha.
Depois de conhecer algumas pessoas, fui ficando mais a vontade, de perceber que estamos todos no mesmo barco, ou seja, na mesma situacao.
Todos estao longe de suas familias, mas todos optam por essa vida. Todos sabem lidar com estranhos e realmente se interessam pelo mundo que cada um
pertence.
A parte boa tambem esta no itinerario nos cruzeiros que faremos.
Agora, apos sairmos de Sydney, estamos em uma jornada de dois dias em alto-mar para chegar nas Ilhas Fiji, a lugares que nao vejo a hora de conhecer.
Com o verao chegando, teremos muitas oportunidades de relaxar na praia e ja estamos agendando um dia com o time todo junto ao sol.
Outra coisa boa foi a camera que me deram, que e a melhor do arsenal e e a mesma que eu sempre usei, a Nikon D300s.
Alem do mais, me disseram que podemos utilizar as lentes boas a qualquer momento e ja estou me programando para uma saida porque existe um concurso
entre os fotografos para fotos do navio, que a empresa utilizara para vender aos passageiros ou inserir nos templates.
Desejem me luz, literalmente!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Perfil de Guilherme Coelho
Fotógrafo, publicitário, redator e jornalista. Escritor, poeta, compositor, violeiro, cantor, criador, criativo, artista, arteiro, cozinheiro, churrasqueiro, degustador, estudante, centroavante, atleta, velocista, maratonista, ciclista, profissional, liberal, autônomo, econômico, empreendedor e promissor.
Guilherme Coelho é um pouco de cada coisa. São tantos campos de incessante aprimoramento, que talvez ele seja mais que um - o que explica seu pseudônimo William Drago.
Trabalha atualmente na companhia de cruzeiros marítimos Princess Cruises, dos Estados Unidos.
Como fotógrafo, viaja pelo mundo a fim de trazer imagens profissionais dos mais famosos pontos turísticos do mundo.
No serviço a bordo, a edição, impressão, venda e fotografia de estúdio fazem parte da rotina.
Na carreira profissional Guilherme já passou por um ano de trabalho jornalístico, como redator de matérias e fotógrafo.
Já trabalhou com vendas e publicidade, em especial, a propaganda política.
Na propaganda política seu campo de atuação é vasto: desde a coordenação de campanhas, até a criação de jingles e materiais diversos.
No campo musical, Guilherme aprendeu a prática de violão e teoria por si mesmo. Autodidata, ainda se aperfeiçoa na área com composições que relembram o pop-rock e mpb dos anos 80.
Guilherme Coelho pelo fotógrafo sul-africano Nigel Pamplim - Roma, Itália - 2010.
Guilherme Coelho é um pouco de cada coisa. São tantos campos de incessante aprimoramento, que talvez ele seja mais que um - o que explica seu pseudônimo William Drago.
Trabalha atualmente na companhia de cruzeiros marítimos Princess Cruises, dos Estados Unidos.
Como fotógrafo, viaja pelo mundo a fim de trazer imagens profissionais dos mais famosos pontos turísticos do mundo.
No serviço a bordo, a edição, impressão, venda e fotografia de estúdio fazem parte da rotina.
Na carreira profissional Guilherme já passou por um ano de trabalho jornalístico, como redator de matérias e fotógrafo.
Já trabalhou com vendas e publicidade, em especial, a propaganda política.
Na propaganda política seu campo de atuação é vasto: desde a coordenação de campanhas, até a criação de jingles e materiais diversos.
No campo musical, Guilherme aprendeu a prática de violão e teoria por si mesmo. Autodidata, ainda se aperfeiçoa na área com composições que relembram o pop-rock e mpb dos anos 80.
Guilherme Coelho pelo fotógrafo sul-africano Nigel Pamplim - Roma, Itália - 2010.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Blog Mercúrio Comunicação
Agora a Agência Mercúrio Comunicação possui um blog de notícias e artigos sobre fotografia, musica e publicidade.
Vale a pena conferir.
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